Atalhos para no Flex Buider

September 3rd, 2009 - Quantos comentaram: 0

Alguns atalhos bem úteis para uso no Flex Builder:

Ctrl + Shift + T -> Abre um browse para busca de arquivos dentro do projeto

Ctrl + O -> Busca por metodos metodos

Ctrl + Tab -> Navegação entre as Abas

F3 ou Ctrl + Click do mouse sobre nome de metodo -> Busca a definição do metodo

Atalhos nativos do Eclipse

Ctrl + 3 -> browse para busca de recursos dentro do eclipse

Ctrl + L -> Lista com todos os talhos para janela ativada

Neste link aqui voccê pode encontrar este e muitos outros!

Usem filtro solar!

August 13th, 2009 - Quantos comentaram: 0

Vi no Superficie Reflexiva

Tudo novo de novo!

August 7th, 2009 - Quantos comentaram: 1

Logo novo, layout novo, e novos rumos para este blog! Ou seja como titulo ja diz: Tudo novo de novo!

Algo interessante na vida de quem mantem um blog é  a oportunidade de sempre recomeçar, e poder dar continuidade a um projeto que outrora estava pararado ou meio abandonado, pelo clichê da falta de tempo.

Eu como gosto muito de coisas novas (e quem não gosta?), resolvi mudar tudo, sempre gostei de ter minha marca registrada, um logo que representasse a minha pessoa e meus objetivos, mas o principal, algo feito por mim!

Abaixo você pode ver a evolução o logo Raphamaster:

evolucao_logos

Ja tentei por algumas vezes me livrar do nome Raphamaster, mas meus amigos e clientes, até mesmo meus parentes ja me chamam por este nome:

- Falaê Raphamaster tudo bem ???

O jeito foi reformular o logo e a marca, hoje optei por um logo de traços simples, um fonte comum e apenas os  cubos montando a seta a lampada , que indica novas idéias e agilidade.

Tenho muitos assuntos pra escrever aqui, o blog do raphamaster volta a ativa novamente, espero vocês sempre por aqui!

Abraços

Sobre o Fastcast

June 2nd, 2009 - Quantos comentaram: 0

A tempos tenho vontade de criar um canal de podcast!

Sempre tive vontade, só a idéia do podcast ja me deixa super entusiasmado. Uma forma de comunicação como esta
é algo único, dinâmico e empolgante. A alguns anos atras eu cheguei a gravar um podcast, mas de tão ruim que ficou eu nem quiz que ficasse na lembrança e o condenei com o Shift+Del.

Os anos se passaram e esta idéia sempre me vinha a mente, e algo instigante dentro de mim me dizia para apostar
na idéia, mas até o momento não encotrara ninguém, que assim como eu, apostasse neste tipo de midia e topasse
a empreitada comigo.

Afinal, um podcast de uma só pessoa, falando por longos minutos com uma música de fundo é muito chato!

Eu sempre escutei podcasts famosos como FalaFreela, Nerdcast, IDGNow, Maestro Billy, etc. Sempre ficava fascinado com aquilo e com a possibilidade de também porder fazer algo semelhante, igual ou até que sabe melhor, sempre levando
em conta que estes podcast são de extrema qualidade, e acredito que em uma ambiente como a internet não
exista concorrencia neste nicho expecifico.

Estava eu, em um belo dia triste, sem vontade de cantar um bela canção, quando encontro meu amigo
Felipe, vulgo JimZ6, amigo este de longas conversar nerds, e pergunto:

- Porque não gravamos um podcast, e expressamos nossas idéias e opniões para o mundo, para nos divertimos com isso!

Ele topou no ato, o que me surpreendeu e me deixou muito feliz, e nesta ideia em um papo de instant messagenger,
e reuniões de almoço, surgiu o Fastcast.

A premissa é simples, um podcast sobre assuntos interessantes, ou não, com grande influência nerd,
damos nossos pitacos sobre temas e notícias da atualidade. Também comentamos sobre temas que os ouvintes nos
pedem.

Ja temos nossos participantes como o Sr.Pscina, PC e o Nicolau, que participam de nossas conversas.

Como ja deu pra perceber, estou usando este post para divulgação, dê uma passada por lá, ouça e comomente
como quiser, teremos o maior prazer em comentar seu email e ficaremos muito felizes.

Abraços!

Passenger no Ubuntu

March 25th, 2009 - Quantos comentaram: 0

Postagem rapida!

Estive instalando o Passenger no Ubuntu 8.10, e ao executar o comando:

gem install passenger

Ele exibe o seguinte erro: “extconf.rb:1:in `require’: no such file to load

Para corrigir isso, instale o pacote ruby1.8-dev.

sudo apt-get install ruby1.8-dev

Isso deve corrigir o problema!

Abraços.

Instalando Ruby on Rails stand-alone

March 9th, 2009 - Quantos comentaram: 0

Estive estes dias tentando instalar o Rails em uma máquina onde tinha um proxy na rede, e foi um tormento só, pois o proxy necessitava de autenticação e ficou meio complicado para realizar as configurações no Windows.

Então optei pela instalação stand-alone onde baixamos as gems necessárias e instalamos tudo na “unha”.

Lembrado que a versão usada aqui é o Ruby on Rails 2.2

Presumindo que os senhores ja tenham instalado em vossas máquinas o Ruby, e para os que usam Windows, executaram a instalação usando o One-Click Installer atualizem o rubygems para a versão 1.3.1.

Para facilitar eu coloquei os gems necessarios aqui para instalação, basta fazer o download e descompactar os arquivos em alguma pasta. Os arquivos contidos neste .rar estão atualizados até a data deste post se preferir pegar os atualizados vá no rubyforge e procure por seus respectivos nomes na busca.

Para realizar a instalação no prompt de comando vá no diretório onde se encontram os arquivos, execute a instalação usando o comando:

gem install nomedogem.gem

As gems necessitam umas das outras para serem instaladas, então você deve instalar uma a uma seguindo a ordem:

gem install rake-0.8.3.gem
gem install activesupport-1.4.4.gem
gem install activesupport-2.2.2.gem
gem install activerecord-1.15.6.gem
gem install activerecord-2.2.2.gem
gem install actionpack-1.13.6.gem
gem install actionpack-2.2.2.gem
gem install actionmailer-2.2.2.gem
gem install actionwebservice-1.2.6.gem
gem install activeresource-2.2.2.gem
gem install rails-2.2.2.gem

Depois de instalado basta criar um projeto usando: rails nomedopojeto, acessar o diretorio e executar ruby script/server. Vá no browser e verifique na url: http://locolcalhost:3000.

Abraços.

O motor do empreendedorismo

February 28th, 2009 - Quantos comentaram: 1

Vi no thalisvalle.com

Sobre Certificações

February 18th, 2009 - Quantos comentaram: 2

Na comunidade de desenvolvedores Rails estão todos falando sobre a sugestão do Obie Fernandez a respeito de uma certificação para empresas que desenvolvem projetos usando Rails.

Obviamente isso gerou polêmica e várias discuções na comunidade, os Railers em sua maioria são contra
certificações por uma série de motivos que eu também concordo. Mas como o Akita ja disse talves o Obie foi mal interpretado ou não soube colocar suas palavras.

Eu não vou aqui ficar repetindo o que o pessoal ja disse, mas não gosto de apenas criticar o problema
sem sugerir solução ou idéia que possa ser melhorada.

Acredito que a forma como os exames de certificação são realizados é errada. Eu mesmo comentei isso com o
Carlos Brando, ele mesmo usou o exemplo da carteira de motorista que realmente tem tudo a ver com a realidade.

Uma prova – seja ela eletrônica ou escrita – não atesta a qualidade do profissional e nem se as metodologias que ele segue, são de qualidade e eficientes.

Mas, no emaranhado de empresas profissionais e startups que nascem todos os dias, fica dificil saber quem esta falando a verdade e se garante em projetos, seja ele de pequeno ou grande porte.

Se não me engano a certificação RedHat exige que você configure/ajuste um servidor como avaliação para obter a certificação. Desta forma, alem de valorizar o certificado, não passa a falsa ilusão do super profissional/empresa que algumas certificações transmitem.

Para a empresa que gostaria de ser tornar parceira ou certificada pelo dominio de determinando produto ou ferramenta, deveria haver uma espécie de auditoria e testes práticos com a equipe, como é feito
em outras areas, como na certificação de qualidade ISO9000.

Não estou generalizando, pois realmente existem pessoas certificadas que são excelentes desenvolvedores, e também não quero viajar nas palavras, porque a realidade do mercado é bem diferente da teoria. Muitos clientes não entendem nada disso, apenas querem um software rápido, bom e que gere valor ao seu negócio.

Para quem não entende nadada área e precisa de software, servidores e infra, escolher uma pessoa que possui um papel(leia-se certificado) da empresa que criou determinada tecnologia, atestando que a empresa ou profissional é aprovado por eles, ja faz uma grande diferença.

Por isso acredito que a forma de avaliação é errada, mas o mercado de certificações e grande e bem rentavél as grande companias, e isso não vai mudar tão cedo.

Editores e Bespin da Adobe Labs

February 13th, 2009 - Quantos comentaram: 0

Um projeto interessante que acabei de ver é editor Bespin,  que está sendo desenvolvido pelo pessoal da Mozilla Labs.

Trata-se de um editor de códigos que é usado em ambiente web, ainda esta em fase de testes e o pessoal da Mozilla Labs esta pedindo sugestões e feed-back dos usuários.

Veja os conceitos que estão seguindo para o desenvolvimento do editor:

Se tratando de um produto da Mozilla, eu acredito que vai ser algo interessante, feito por pessoas que conhecem realmente a necessidade de seu público alvo, ou seja, de desenvolvedores para desenvolvedores.

Eu mesmo, ainda não encontrei um editor que superasse todas as minhas espectativas, para pequenas edições e coisas rápidas, eu gosto de utilizar o Inype que está ainda em fase Alpha. Ja para projetos maiores eu prefiro uma IDE mesmo, no caso gosto muito do Aptana.

O que percebo é que maioria quer copiar os recursos do Textmate que infelizmente ainda so existe versão pra Mac (como sempre, inovação e novos conceitos é com a Apple e para a Apple).

Como nem todos(assim como eu também) tem poder aquisitvo para comprar um Macbook ou iMac, podemos fazer da seguinte maneira:

  • Parar de raclamar, e fazer um editor e contribuir para comunidade.
  • Comprar um Mac e uma licença do Texmate e ficar se gabando pros outros e feliz da vida.
  • Tentar achar um editor que ao menos se equipare as suas necessidades.
  • Ou, usar o Vi e provar para seu ego que você é Ultra Master Mega Develloper of The World.

:-D

Abraços!

Entrevista: Mário Junior

February 10th, 2009 - Quantos comentaram: 0

marioTive a oportunidade de entrevistar o Mário Junior, um pessoa bastante conhecida na comunidade Flex e desenvolvimento de RIAs.

Segue a entrevista:

Raphamaster: Mário conte-nos um pouco de sua história, como você inciou na área de desenvolvimento de softwares e como você está hoje.

Mário Junior: Sou um cara do interior, de Bonito-MS. E, como em toda cidade interiorana, a computação era algo que fascinava a todos.

Meu irmão mais velho era programador Clipper (dbase II) e quando eu tinha 10 anos ele me ensinava a fazer “telas” com caracteres ASCII no clipper. Eram aquelas bordinhas duplas e simples muito usadas em programas ambiente DOS. Depois de um tempo, conheci o VBA no Word 97 onde eu brincava com macros e pequenas telas próprias. Depois conheci o VB5 e, em seguida o VB6, que me permitiam sair do ambiente office para criar programas executáveis. Nessa época aprendi muito quando trabalhei com Pedro Oliveira desenvolvendo aplicações para Agências de Turismo ainda em Bonito-MS. Depois de um tempo, quando saiu o VB.NET, migrei para o desenvolvimento WEB usando PHP. Depois de muito tempo, vim embora para Maringá-PR para trabalhar na Elotech onde aprendi a desenvolver com Java e também conheci o Adobe Flex.
Hoje trabalho com essas duas tecnologias que, a cada dia, me fascina ainda mais.

Raphamaster: Atualmente as grandes revistas especializadas estão comentando a “guerra” entre Adobe x Microsoft para o mercado de ferramentas de desenvolvimento para RIAs. Que benefícios você para este mercado?

Mário Junior: Para o mercado isso é ótimo. Acho que essa “guerra” tende a trazer maiores benefícios para nós, desenvolvedores. A cada dia, tanto a Adobe quanto a Microsoft, estarão empenhados em aperfeiçoarem suas ferramentas, logo mais recursos são adicionados e quem tem a ganhar com isso somos nós – que trabalhamos com as ferramentas – e, os nossos clientes – o mercado – que terá produtos com maiores qualidades. Além do mais, sabemos que existem clientes que não vão abandonar a plataforma .Net da “noite para o dia”. Pensando nisso, a Cynergy Systems – uma das maiores produtoras de RIA do mundo – adotou recentemente o Silverlight para desenvolvimento de aplicações justamente para atender esse perfil de clientes. Portanto, para o mercado é ótimo ter mais opções.
No entanto, não podemos esquecer de outras ferramentas como o JavaFx da Sun que promete entrar na briga e as demais bibliotecas Javascript que trablaham com a técnica de Ajax, que também podem ser classificados como ferramentas para desenvolvimento de RIA. Opnião pessoal: Bibliotecas Ajax tendem a acabar por não prover a interatividade que o Flex e Silverlight já oferecem, além de tornar o desenvolvimento mais custoso e de difícil manutenção. O JavaFx parece ser promissor, mas ainda precisa amadurecer muito para alcançar o Flex. O Silverlight, já na versão 2, também carece de muitos recursos que já existem desde o no Flex versão 2, e que hoje já está na versão 3. Portanto, nessa “guerra”, o Flex ainda está levando a melhor, mas é bom que a Adobe não pare no tempo, por isso aguardamos com ansiedade o Gumbo (codename para o Flex4).

Raphamaster: A lista FlexDev hoje conta mais 980 membros, como você acha que o mercado brasileiro está com relação aos profissionais, está fácil encontrar bons profissionais?

Mário Junior: O mercado brasileiro ainda carece de bons profissionais Flex, e não é só de Flex, mas essa falta de profissionais já é uma tendência que vem sendo registrado há algum tempo na área de desenvolvimento aqui no Brasil. Tive uma demonstração clara disso nesses dias. Veja só, juntando as duas maiores listas de Flex do Brasil (flex-brasil e flexdev) temos em média cerca de 1600 profissionais cadastrados. Há alguns dias precisei recrutar programadores para uma empresa norte-americana e, desses 1600 profissionais, recebi cerca de 10 curriculos apenas. Flex ainda é novo, embora muitos clientes já vem solicitando projetos com essa tecnologia, o que me leva a concluir que quem direcionar seus estudos para desenvolvimento com Flex terá um bom nicho de mercado para explorar.

Raphamaster: Sobre Certificações. Muitos profissionais que tem certificações acabam ganhando um “respeito” do mercado como especialista na tecnologia, o que na pratica em alguns casos não é verdade, pois apenas estuda-se para a prova, o que no dia-a-dia a resolução de problema na realidade é bem diferente, qual sua opnião sobre certificações ?

Mário Junior: É verdade. Certificações realmente impõem um certo respeito ao profissional no mercado, mas nós e o mercado, sabemos que não é suficiente. Provas de certificações atestam que o candidato tem conhecimento da ferramenta e tecnologia, mas não atesta nenhuma capacidade em resolução de problemas com o uso da ferramenta/tecnologia. Por isso é importante o convívio e a exeprieência do dia-a-dia. Seria como me certificar com J2ME (Java para celular), mas se não trabalhar com isso no dia-a-dia não terei capacidade técnica para projetar soluções, logo, a certificação não valeria de nada. Assim é para Java, Flex, .Net, etc.

Raphamaster: Você é desenvolvedor Java né, agora temos os movimentos Agile e comunidades Ruby on Rails que divulgam o desenvolvimento Ágil, e muitas vezes usam Java como exemplo de averso de produtividade em desenvolvimento, você concorda com isso?

Mário Junior: Em termos sim. Mas não é culpa da linguagem, é culpa de cultura. Tenho acompanhado, um pouco de longe, esses movimentos Agile, eXtreme Programing (XP) e outros. Essas metodologias podem ser aplicadas em qualquer linguagem, desde que a cultura da empresa de desenvolvimento permita. Java também pode ser produtivo, assim como Ruby também pode ser improdutivo sem adoção de metodologias agiles aplicadas. Isso pode acontecer com Java, PHP, .Net, etc. É questão de cultura, e não tecnológica.

Raphamaster: Para iniciantes, qual material de estudo e dicas você aconselha pra iniciar o desenvolvimento com Flex.

Mário Junior:

  • Primeiramente, é essencial que já saiba o básico de alguma linguagem server-side (php, java, .net, ruby, etc)
  • Depois, saiba como funcionam as formas de integração com server-side (RemoteObject, HttpService, WebService)
  • Dê uma boa explorada em todos os componentes padrões do Flex (Containers principalmente) e como extendê-los.
  • Fica também um menção a excelente documentação feita pela adobe (os livedocs), e o blogs que servem como ótima referência de profissionais do mundo todo que trabalham com Flex.

Raphamaster: Você toparia fazer um podcast sobre Flex e desenvolvimento sobre para flexDev e a cominidade?

Mário Junior: Claro! Será um prazer!

Raphamaster: Este espaço é pra vc falar o que desejar, agradecimentos recomendações etc.

Mário Junior:
Quero agradecer a essa oportunidade. De um tempo para cá, tenho assumido a bandeira do Adobe Flex e trabalhado na divulgação dele. Junto com uns amigos da Elotech e com outros desenvolvedores de Maringá-PR, fundamos uma comunidade aberta denominada de FlexIngá que já está em processo de aprovação para se tornar um AUG – Adobe User Group oficial. Acredito muito na tecnologia e no potencial que ela nos permite para criar RIA (Rich Internet Applications) verdadeiramente.
Recomendo o investimento de tempo e até recursos financeiros, se possível, no estudo com Adobe Flex. O mercado já vem solicitando há tempo inovações com aplicativos web, oportunidades estão aparecendo e falta gente para suprí-las, quem apostar agora, terá grande chance de se dar bem.